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Sexta-feira, 04 de Setembro 2026
Pará

NO PORTO DO ARAPARI POLÍCIA CIVIL PRENDE PESSOAS POR FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS E ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA

A falsa documentação foi utilizada em uma agência bancária no município de Barcarena, visando o desbloqueio de contas, recolhimento de cartões e várias transações financeiras.

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Por Portal Pará Expresso
NO PORTO DO ARAPARI POLÍCIA CIVIL PRENDE PESSOAS POR FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS E ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA
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A Polícia Civil do Pará, por meio de equipes da Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe) e da Delegacia Especializada em Investigação de Estelionato e Outras Fraudes (Deof), efetuou a prisão em flagrante de quatro mulheres e três homens por crimes de associação criminosa, estelionato e uso de falso documento de identificação, em Belém, na terça-feira (09).

As prisões ocorreram no bairro da Marambaia, onde três pessoas foram autuadas por utilizarem falsa documentação na realização de transações bancárias. Outros quatro suspeitos foram presos no Porto do Arapari e, no momento da abordagem, foram encontrados em posse dos mesmos diversos cartões, documentação de benefícios previdenciários e documentos de identidade falsificados. A falsa documentação foi utilizada em uma agência bancária no município de Barcarena, visando o desbloqueio de contas, recolhimento de cartões e várias transações financeiras.

“O êxito na prisão dessas sete pessoas por estelionato é resultado da dedicação incansável da Polícia Civil em proteger a população contra práticas fraudulentas. Atuamos com firmeza contra todo tipo de fraude, demonstrando nosso compromisso em preservar a integridade financeira e a segurança da comunidade”, afirma Walter Resende, delegado-geral da Polícia Civil do Pará.

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“A ação policial que culminou com a prisão dos sete criminosos mostra que a Polícia Civil do Estado do Pará, está empenhada no combate aos crimes de falsificação de documento público, uso de documento falsificado, em especial identidades, para reduzir a incidência do crime de estelionato e o impacto financeiro negativo proporcionado por tais delitos”, complementou o delegado David Bahury, diretor da Deof.

FONTE/CRÉDITOS: ASCOM/PCPA
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Publicado por:

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Redação Pará Expresso

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