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Sábado, 14 de Março 2026

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DE AUTORIA DO DEP. LU OGAWA, HELDER SANCIONA LEI QUE GARANTE DIREITOS ÀS MÃES QUE SE DEDICAM INTEGRALMENTE AO CUIDADO DE FILHOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Para o autor do projeto, deputado Lu Ogawa, a medida representa um avanço significativo no suporte às famílias.

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DE AUTORIA DO DEP. LU OGAWA, HELDER SANCIONA LEI QUE GARANTE DIREITOS ÀS MÃES QUE SE DEDICAM INTEGRALMENTE AO CUIDADO DE FILHOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Dep. Lu Ogawa (PP) | Foto: Ozéas Santos (AID/ALEPA)
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O governador do Estado Helder Barbalho sancionou e foi publicada no Diário Oficial do Estado do Pará DOE N° 36.189, DE 07/04/2025, a LEI Nº 10.908, DE 4 DE ABRIL DE 2025 QUE: Garante direito a atendimento psicossocial prioritário na rede estadual de saúde às mães que se dedicam integralmente ao cuidado de filhos com Transtorno do Espectro Autista, no Estado do Pará. A lei que se originou da proposta do deputado estadual Lu Ogawa (PP), buscou reconhecer os desafios enfrentados por essas mulheres, que vivenciam uma rotina intensa de amor, paciência e adaptação constante.

Pesquisas apontam que famílias com membros diagnosticados com autismo enfrentam altos níveis de estresse, reforçando a importância de iniciativas como essa. O PL assegura que essas mães tenham prioridade no atendimento em hospitais públicos e particulares, clínicas, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), postos de saúde e unidades de coleta credenciadas à Rede Estadual de Saúde.

Para o autor do projeto, deputado Lu Ogawa, a medida representa um avanço significativo no suporte às famílias.

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“Nosso objetivo é proporcionar um atendimento mais humanizado e oferecer suporte emocional para essas mães, que enfrentam tantas dificuldades no dia a dia. Reconhecer essas demandas é fundamental para que se sintam valorizadas e amparadas”, destacou o parlamentar.

A jornada dessas mães muitas vezes começa logo nos primeiros sinais do TEA, que podem surgir ainda nos primeiros meses de vida da criança. O diagnóstico precoce é essencial para que a família possa iniciar o processo de intervenção e terapias, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida do filho. Entretanto, a falta de informação pode gerar medo, angústia e sensação de isolamento, tornando o acesso a informações claras e precisas um direito fundamental.

Veja a integra da Lei:

 

FONTE/CRÉDITOS: Andrea Santos e Andreza Batalha- AID - Comunicação Social ALEPA
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Redação Pará Expresso

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