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Segunda-feira, 09 de Março 2026

Saúde

Barcarena não está entre as cidades com casos confirmados de varíola dos macacos

Pará não enfrenta surto de Mpox, reafirmam Sespa e Sesma em coletiva de imprensa

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Por Portal Pará Expresso
Barcarena não está entre as cidades com casos confirmados de varíola dos macacos
Secretário adjunto de Gestão de Políticas Sociais de Saúde, Sipriano Ferraz. | Foto: Reprodução
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Durante coletiva realizada nesta segunda-feira (28), a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e a Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) garantiram que o Pará não enfrenta um surto de Mpox. O encontro, promovido na sede da Sespa, ressaltou o compromisso conjunto do Governo do Estado e da Prefeitura de Belém em intensificar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

O secretário adjunto de Gestão de Políticas Sociais de Saúde, Sipriano Ferraz, esclareceu que não há registro oficial de surto, epidemia ou pandemia de Mpox no Pará ou em Belém. Segundo ele, as unidades de saúde estão orientadas a seguir os protocolos de monitoramento e atendimento estabelecidos pela Sespa, com base nas diretrizes do Ministério da Saúde.

Ferraz também alertou sobre os riscos da desinformação. Ele orientou a população a buscar informações em fontes oficiais, evitando confiar em boatos ou publicações não verificadas nas redes sociais.

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"É fundamental verificar a origem das informações antes de compartilhá-las", destacou.

A Mpox é causada por um vírus transmitido através do contato com pessoas, animais ou objetos contaminados. Os principais sinais da infecção incluem erupções cutâneas, lesões na pele, febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios, exaustão e inchaço nos gânglios.

O secretário de Saúde de Belém, Rômulo Nina, reforçou que o vírus pode ser disseminado tanto entre pessoas quanto por superfícies contaminadas. Ele destacou a importância de medidas preventivas, como a higienização das mãos, uso de preservativos e máscaras, e o isolamento social em casos suspeitos.

Pessoas imunossuprimidas, gestantes e crianças são mais suscetíveis a desenvolver formas graves da doença. Em caso de sintomas, como lesões nos órgãos genitais ou em outras áreas da pele, a recomendação é procurar imediatamente unidades básicas de saúde ou UPAs.

O vírus apresenta período de incubação entre 3 e 16 dias, e a transmissão ocorre até o desaparecimento das erupções. No estado, o diagnóstico é confirmado pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), e o tratamento é focado no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações.

De acordo com dados da Sespa, o Pará registrou 27 casos de Mpox em 2023, com um óbito em Belém. Em 2024, foram 64 casos sem registros de mortes. Já em 2025, até o dia 23 de abril, foram confirmados 19 casos: 14 em Belém, 3 em Ananindeua, 1 em Marituba e 1 caso importado.
Com informações da Agência Pará
FONTE/CRÉDITOS: Matéria reescrita da Agência Pará
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Redação Pará Expresso

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